Image Map Aconteceu Gusttavo Lima: Entrevista exclusiva do Gusttavo Lima falando sobre sua visita à Europa

Entrevista exclusiva do Gusttavo Lima falando sobre sua visita à Europa


Essa não foi a sua primeira viagem para shows fora do País. O que essa turnê teve de diferente das anteriores?
Gusttavo Lima: Não, já fiz outras duas turnês na América do Norte e pela primeira vez foi na Europa. Desta vez, a diferença foi que fiz para um público bem maior, passando por seis países e sete cidades: Suiça, Holanda, Bélgica, Portugal, França e Inglaterra.

Em que cidade a recepção do público foi mais calorosa?
Em todos os países, fui muito bem recebido, um carinho incrível dos fãs e dos envolvidos, que trabalharam muito para que tudo desse certo. Você faz um música e não imagina aonde pode chegar. Em Portugal, gostei muito: a galera participou cantando o tempo todo. Na Holanda também foi emocionante.

Você teve tempo para passear? Que lugar mais gostou de conhecer?
Foi tudo muito rápido. Foram sete shows em seis países. Mas, quando consegui escapar dos compromissos – shows e entrevistas -, tentei conhecer alguma coisa. Foi a primeira vez em que estive na Europa, um sonho! A Torre Eiffel é impressionante.

Qual foi o show mais marcante dessa turnê internacional e por quê?
Todos foram muito bons, não tem um em específico. Gostei muito de todos. É um reconhecimento incrível ver sua música fazendo parte da trilha sonora de pessoas do mundo todo. Nunca imaginei que isso fosse acontecer. Sou muito grato a Deus, meus fãs, minha banda e minha equipe.

Algum momento que gostaria de destacar?
Em Portugal, um menino subiu ao palco e cantou Cor de Ouro, foi lindo. Também teve uma surpresa no palco em Amsterdam. Recebemos um disco de platina pelos 50 mil downloads da música Balada.

Os shows foram mais focados no público brasileiro desses países ou vocês perceberam a presença do público estrangeiro também?
Tinha muitas pessoas estrangeiras, mas muito brasileiro também. Eu levei o mesmo show que faço no Brasil. A gente sempre consumiu a música estrangeira e agora é a vez do Brasil. Se depender de mim, quero levar a música sertaneja para todo o mundo.

Houve algum tipo de filmagem nesses shows, seja para DVD ao vivo, seja para vídeos de bastidores? 
Sim, alguns. Logo logo, vamos disponibilizar para meus fãs no canal oficial do YouTube, CLICA AQUI.


Quais são os próximos projetos de sua carreira?
Muitos projetos bacanas. Temos trabalhado muito, rodando todo o País – 22 shows no mês nos quatro cantos do País. Estamos em lançamento nacional do novo CD e DVD, Ao vivo em São Paulo (gravado em abril no Credicard Hall), que estará nas lojas no final do mês. São 25 músicas, e esse novo trabalho é muito especial para mim.

Você está solteiro? Se sim, como sentiu o assédio da mulherada lá na Europa? Alguma diferença em relação ao Brasil?
Estou solteiro. O público de fora é igual ao daqui. Só tenho que agradecer o carinho e respeito de todas as minhas fãs.

Recentemente, você ganhou um prêmio na Holanda, por bater recorde de semanas como a música mais tocada. Como foi que Balada chegou lá?
Isso, imagina a emoção e a surpresa que tive? Um presente de Deus! Batemos um recorde de 15 anos! A música chegou através da Internet, o pessoal abraçou e, graças a Deus, estamos sendo bem recebidos demais. Ver aquela plateia do outro lado do mundo cantando minha música, não tem explicação não…

Considerando sua história de luta e superação, principalmente no início da carreira, como você se sente com esse sucesso internacional? 
Fico muito feliz com tudo que esta acontecendo em minha vida e na minha carreira. Penso sempre em estar fazendo o melhor para meus fãs e fazer o que gosto, que é cantar. Honrar o talento que Deus me der e cumprir todos meus compromissos profissionais, que não são poucos.

Você já está trabalhando a Gatinha assanhada fora do Brasil? Se sim, a recepção tem sido tão boa quando Balada?
Sim. Estamos muito otimistas, pois, quando cantávamos Gatinha assanhada nos shows, a galera cantava em peso. Ela tem grande chance para ser a nova sucessora de Balada.

Por: Marco Petucco. Colaborou: Elza Albuquerque (Rede Sertaneja)

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